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Este medicamento atualmente é um dos mais estudados. Interage com o corpo por meio dos receptores hormonais e é usado por milhões de mulheres muitas das vezes por décadas seguidas.

A pílula anticoncepcional está atualmente no auge da sua eficiência, sendo acessível, barata e fácil de usar. Apesar de tantos benefícios, precisa ser usada com cuidado como qualquer outro medicamento. A escolha do método contraceptivo precisa levar em conta a escolha da mulher aliada a observância dos hábitos de vida, condições de saúde e histórico familiar. O uso indiscriminado pode trazer riscos a saúde.

Os benefícios são grandes:

  • É muito barato, tornando-se acessível para qualquer mulher;
  • Encontra-se em qualquer farmácia e em alguns casos até na Rede Pública de Saúde (SUS),
  • Tem altíssima taxa de eficiência (99%);
  • Seu uso pode ser considerado simples: basta tomar segundo a orientação.

Como nem tudo são flores…

  • Dores de cabeça, náuseas, sangramentos, enjoos são relativamente comuns;
  • Quedas na libido podem ser um inconveniente para a vida sexual, requerendo atenção;
  • As manchas na pele são frequentemente reportadas nos consultórios. Caso surjam, é fundamental buscar auxílio médico para estudar uma alternativa diferente de medicamento ou até mesmo de método contraceptivo;
  • Outro problema a longo prazo é o risco de diminuição na produção de estrogênio na menopausa, acarretando novos efeitos colaterais no corpo. Ao escolher, busque avaliar as várias opções e formulações;
  • Um exemplo de situação de risco: pílula anticoncepcional + cigarro: estudos indicam que o cigarro afeta negativamente o sistema circulatório. Aliada a tendência da pílula em favorecer a coagulação sanguínea, gera-se uma situação de risco, com possibilidades de infarto e AVC; Mulheres hipertensas ou com histórico familiar de trombose também precisam estar atentas.

É possível evitar a gravidez de forma segura sem utilizar a pílula? Sim, e se você não conhece alternativas, busque informação.  Atualmente existem diversas alternativas tão eficazes quanto as pílulas: preservativos e o DIU são exemplos. Em outro post temos um vídeo relatando como foi passar um ano sem usar contraceptivo hormonal.

Acompanhe aqui a entrevista de Karina Francalacci Vieira, onde a Drª Andrea Cegoa esclarece muitas dúvidas, apresentando os diversos métodos:

Créditos: Canal É Bem Assim!!!

Caso caso precisa ser avaliado de forma especial, pois cada mulher tem um organismo diferente. por isso recomendamos que se façam consultas regulares ao ginecologista. Ame-se, Cuide-se!

O Instituto Catarinense Mais Saúde oferece acesso aos melhores ginecologistas da região, a partir de R$ 19,90 ao mês. Conheça e informe-se sem compromisso.

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Quando a pílula anticoncepcional passa a ser um risco

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